segunda-feira, 26 de abril de 2021

ATIVIDADE DA 9ª SEMANA: de 26 a 30 de abr.:

INSTRUÇÃO: OUÇA A ÁUDIO AULA ABAIXO, E, EM SEGUIDA, FAÇA O QUE SE PEDEMAIS ABAIXO:

APÓS TER OUVIDO A AULA ACIMA, RESPONDA:

1) Afinal de contas, a população mundial passa por um período de crescimento rápido e demasiado, ou, pelo contrário, parou de crescer? Justifique a sua resposta.

2) Qual é a tendência dos países pobre e ricos? Eles têm crescimento demasiado de suas populações ou não? Explique.

3) O que vem acontecendo com o crescimento demográfico brasileiro?

4) Como ficará, segundo as projeções, o crescimento demográfico da África? 

segunda-feira, 19 de abril de 2021

ATIVIDADE DA 8ª SEMANA: de 19 a 23 de abr.:

INSTRUÇÃO: OUÇA A ÁUDIO AULA ABAIXO, E, EM SEGUIDA, FAÇA O QUE SE PEDEMAIS ABAIXO:



APÓS TER OUVIDO A AULA ACIMA, RESPONDA:

1) O que é, afinal, um censo, um recenseamento?

2) Os _recenseamentos são precisos? Sim ou não? Por quê?

3) Cite e explique alguns dos principais problemas/ desafios quando de um censo demográfico.

4) Para que, afinal, serve um censo demográfico?

5) Quantos foram e em que ano foram os censos brasileiros? 

6) O que é Crescimento Vegetativo, também chamado de Crescimento Natural?

7) Como se calcula a Taxa de Natalidade?

8) Como se calcula a Taxa de Mortalidade?

9) Quais os problemas dos conceitos de População Absoluta e População Relativa?

10) O que é a Densidade Demográfica e qual seria o "novo" conceito, mais preciso de que ela?

segunda-feira, 12 de abril de 2021

ATIVIDADE DA 7ª SEMANA: de 12 a 16 de abr.:

INSTRUÇÃO: ASSISTA À AULA ABAIXO, E, EM SEGUIDA, FAÇA O QUE SE PEDE:



 

UMA VEZ TENDO ASSISTIDO À VÍDEO AULA ACIMA, RESPONDA:


1) Em que pontos a teoria de Malthus e a teoria de Marx se aproximam?

2) Em quais pontos a teoria de Marx se afasta da teoria de Malthus?

3) Explique, com as suas próprias palavras, a Teoria Reformista, também chamada de Teoria de Marx.

segunda-feira, 5 de abril de 2021

ATIVIDADE DA 6ª SEMANA: de 05 a 09 de abr.:

 INSTRUÇÃO: ASSISTA À AULA ABAIXO, E, EM SEGUIDA, FAÇA O QUE SE PEDE:

 

UMA VEZ TENDO ASSISTIDO À VÍDEO AULA ACIMA, RESPONDA:

1) Faça uma identificação listada, uma lista, com os erros e acertos da Teoria Demográfica de Malthus, explicando cada um deles.



segunda-feira, 29 de março de 2021

ATIVIDADE DA 5ª SEMANA: de 29 de mar. a 02 de abr.:

INSTRUÇÃO: ASSISTA À AULA ABAIXO, E, EM SEGUIDA, FAÇA O QUE SE PEDE:

UMA VEZ TENDO ASSISTIDO À VÍDEO AULA ACIMA, RESPONDA:

1) Explique, através de um texto, de uma redação, com a suas próprias palavras, a Teoria Malthusiana. Emita a sua opinião...: você concorda com ela? Pesquise...: Malthus acertou ou errou?



segunda-feira, 22 de março de 2021

ATIVIDADE DA 4ª SEMANA: de 22 a 26 de mar.:

INSTRUÇÃO: OUÇA A ÁUDIO AULA ABAIXO, E, EM SEGUIDA, FAÇA O QUE SE PEDEMAIS ABAIXO:


APÓS TER OUVIDO A AULA ACIMA, RESPONDA:

1) Diferencie "emigrante" de "imigrante".

2) As migrações podem ser consideradas sob dois aspectos. Quais são eles?

3) O que é o "êxodo rural"?

4) Diferencie "migrações externas" de "migrações internas".

5) Cite e explique alguns dos "fatores migracionais".

6) Compare "migrações por tempo indeterminado", "migrações sazonais" e "migrações diárias".

segunda-feira, 15 de março de 2021

ATIVIDADE DA 3ª SEMANA: de 15 a 19 de mar.:

 INSTRUÇÃO: LEIA O TEXTO ABAIXO COM ATENÇÃO. AO FINAL DO MESMO, FAÇA O QUE SE PEDE:







APÓS A LEITURA DA REPORTAGEM ACIMA, RESPONDA:

1) As migrações internacionais ocorrem, por assim dizer, em qual sentido? Dê exemplos.


segunda-feira, 8 de março de 2021

ATIVIDADE DA 2ª SEMANA: de 08 a 12 de mar.:

INSTRUÇÃO: LEIA A REPORTAGEM ABAIXO COM ATENÇÃO. AO FINAL DA MESMA, FAÇA O QUE SE PEDE: 

 Por que os refugiados querem ir à Alemanha?

Alemanha disse que poderá receber até meio milhão de refugiados por ano nos próximos anos

A Alemanha disse que poderá receber até 500 mil refugiados por ano nos próximos anos, mas voltou a pedir que outros países também recebam imigrantes e refugiados, diante da pior crise desde a Segunda Guerra Mundial.

O país deverá receber mais de 800 mil refugiados só neste ano - quatro vezes mais do que o total registrado em 2014 - e é o principal destino de milhares de imigrantes que chegam ao continente.

Sigmar Gabriel, vice-chanceler alemão (equivalente ao cargo de vice-primeiro-ministro), disse que a economia alemã é forte e, assim, o país poderia aceitar um número desproporcional de imigrantes.

"Acredito que podemos lidar com algo em torno de meio milhão por vários anos", disse ele em entrevista à emissora pública ZDF. "Não tenho dúvida disso. Talvez até mais".

Mas países europeus seguem divididos sobre como responder ao fluxo de imigrantes, à medida que mais deles chegam à Europa.

A Hungria deverá finalizar uma cerca em sua fronteira com a Sérvia e estuda a possibilidade de fortalecer a segurança contra a entrada de imigrantes, inclusive com o envio de soldados. Já a Grécia pediu ajuda emergencial à União Europeia para atender os refugiados.

A maioria dos que chegam ao continente tem a Alemanha como destino. Veja abaixo três motivos por trás disso:

1. As regras europeias

Chanceler alemã, Angela Merkel, tem sido elogiada pela política de receber imigrantes

Uma regra europeia, chamada de Regulação de Dublin, exige que refugiados requisitem asilo no primeiro país ao qual chegam no continente.

No entanto, em agosto, a Alemanha abriu uma exceção para sírios em busca de asilo, permitindo que eles se registrassem no país, independentemente de onde entraram na União Europeia. Muitos, agora, se dirigem diretamente ao país e recusam registro em outros locais.

O aumento no fluxo criou tensão e divergências quanto à política de imigração europeia. O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orban, crítico à imigração, disse que o problema é da Alemanha, já que este é o destino da maioria.

Outros políticos de direita dizem que permitir a entrada de tantos imigrantes envia uma mensagem equivocada e pode incentivar mais pessoas a se arriscarem em perigosas viagens, como a travessia do Mediterrâneo, para chegar à Europa.

A chanceler alemã, Angela Merkel, diz que o país tem capacidade de lidar com o fluxo de imigrantes, mas tem enfrentado pressões dentro de sua própria coalizão.

2. As demandas alemãs

Maioria dos imigrantes tem a Alemanha como destino final; país deverá receber até 800 mil imigrantes neste ano

A população da Alemanha está em rápida queda devido à baixa taxa de natalidade, enquanto cresce o índice de dependência de idosos - a relação entre a população mais velha, e mais custosa, em relação à mais nova, capaz de trabalhar e gerar impostos.

Muito mais do que, por exemplo, na Grã-Bretanha, onde as regras imigratórias são cada vez mais rígidas.

As projeções da Comissão Europeia indicam que a população alemã irá cair de 81,3 milhões em 2013 para 70,8 milhões em 2060. Já no Reino Unido, deverá subir de 64,1 milhões para 80,1 milhões no período.

Em relação ao índice de dependência, o percentual daqueles com 65 anos ou mais em comparação com aqueles entre 15 e 64, deverá subir de 32% para 59% na Alemanha até 2060.

Em outras palavras: haverá menos de dois alemães de até 65 anos para trabalhar e pagar impostos para cada alemão com mais de 65 anos.

A Alemanha, então, precisa desses imigrantes para manter sua força de trabalho em alta.

A maioria dos economistas diz que a imigração promove o crescimento dos países anfitriões, e analistas dizem que a Alemanha se beneficiará economicamente das pessoas que arriscaram a vida para chegar à Europa.

Dados do governo de 2014 mostram que há 10,9 milhões de imigrantes na Alemanha.

3. Recusado, mas não deportado

        Países europeus deportam menos da metade dos que tiveram pedidos de asilo rejeitados. Em 2014, somente 45% dos pedidos de asilo foram aceitos. Para certas nacionalidades, quase todas as solicitações foram negadas.

        Isso significa que, se você conseguir chegar a um país rico e acolhedor na UE como a Alemanha, mesmo se seu pedido de asilo for rejeitado, você ainda tem uma boa chance de não ser deportado de volta para casa.

Há pressão para que a UE concorde numa lista de "países de origem seguros", o que poderia dar uma base legal para enviar mais imigrantes para seus países.

A Alemanha considera como "seguros" todos os países da UE, além de Gana, Senegal, Sérvia, Macedônia e Bósnia-Herzegovina - o que significa que pedidos de asilo de cidadãos desses locais provavelmente serão rejeitados.

Nesta semana, Kosovo, Albânia e Montenegro foram acrescentados a essa lista.

FONTE: DISPONÍVEL EM: <https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/09/150908_europa_refugiados_hb>. ACESSO EM 15 DE MAR., 2021.

APÓS A LEITURA DA REPORTAGEM ACIMA, RESPONDA:

1) Qual é a principal razão, o fator, para que as pessoas migrem, segundo o reportagem?

2) Você consegue reconhecer outro fator que leve uma pessoa a deixar o seu país? Qual? Justifique sua resposta.




segunda-feira, 1 de março de 2021

Atividade p/ a 1ª semana (de 1º a 5 de mar.):

 LEIA O TEXTO ABAIXO E DEPOIS FAÇA O QUE SE PEDE, AO FINAL DO MESMO...:




Após ter lido o texto, responda:

1) Qual é, afinal, a relação, a ligação entre a colonização (colonialismo) e o subdesenvolvimento?

Obs.: a resposta à questão pode ser entregue de diversas formas, a saber:

- pelo grupo de Whatsapp da escola

- na parte "comentários" da presente publicação

- no "grupo fechado de estudos", da T41, ::: aqui :::

- pelo Facebook da escola, ::: aqui :::

- pelo E-Mail do professor


ESCLARECIMENTO NECESSÁRIO: A presente cópia não constitui crime à propriedade intelectual, pois “não é crime cópia integral ou parcial de uma obra intelectual” – Cf. “§ 4o O disposto nos §§ 1o, 2o e 3o não se aplica quando se tratar de exceção ou limitação ao direito de autor ou os que lhe são conexos, em conformidade com o previsto na Lei no 9.610, de 19 de fevereiro de 1998, nem a cópia de obra intelectual ou fonograma, em um só exemplar, para uso privado do copista, sem intuito de lucro direto ou indireto.”. Portanto, a presente cópia tem o intuito de servir somente como material didático-pedagógico; para tal, as devidas referências (as fontes) foram informadas preservando, assim, as propriedade intelectuais dos autores. Maiores dúvidas, consultar a LEI No 10.695, DE 1º DE JULHO DE 2003, disponível em: http://www.planalto.gov.br/CCIVIL/Leis/2003/L10.695.htm. 


Início do Ano Letivo, 2021!!!

Prezados, 
eis que se inicia o nosso Ano Letivo, o nosso Semestre!!!
Fiquem ligados que, em breve, teremos, também por aqui, materiais para o estudo de vocês!!!
Atte.,

Prof. Donarte.


quarta-feira, 4 de março de 2020

3ª aula: o porquê de estudar.

Nesta aula, com o objetivo de proporcionar que o aluno conscientize-se sobre o porquê de seu estudo, o professor passou, no quadro magnético, o seguinte abaixo, que deveria ser respondido em uma folha à parte para ser entregue:

→ Por que, afinal de contas você estuda?

→ Qual é, para você, o valor do "saber", do "conhecimento"?

À medida que os alunos iam respondendo e entregando suas folha, o professor ia fazendo novos questionamentos nestas mesmas folha, individualmente, para cada um dos estudantes; isso era feito conforme era pertinente segundo o que os discentes haviam respondido.

Deste modo, os estudantes se depararam com a possibilidade de (re)pensar o seu próprio processo de estudo, e isso não só do ponto de vista do senso comum, financeiro, por exemplo ("eu estudo para ter uma vida melhor"). Oportunidade, pois, de (re)construir a noção do estudo pela busca do conhecimento por ele mesmo - noções que podem serem lidas com mais detalhes, ::: aqui ::: -, como aquilo que pode ser para deleite próprio ("eu estudo por 'Amor' ao 'Conhecimento'").

segunda-feira, 2 de março de 2020

2ª aula: algumas questões geográficas acerca do filme "Coringa".

Através de aula expositiva dialogada e de anotações no quadro magnético, o professor discorreu sobre os seguintes elementos relacionados com o filme "Coringa":

→ o tratamento que é dado à questão do urbano:
- o lixo
- os ratos
- a violência

→ o tratamento que é dado às questões trabalhistas:
- como eram os empregos no filme?
- os palhaços que eram terceirizados
- o medo de perder o emprego
- demissão

→ o tratamento que é dado à questão da comunicação, ou ainda, da troca de informações:
- as correspondências (cartas)
- havia "Internet"?
- o telefone fixo
- havia o "Smartphone"?
- a televisão (qual era o papel da TV no filme?)

→ o tratamento que é dado às questões de relações sociais:
- um homem adulto já, velho, o Coringa, que ainda vivia com a mãe (a questão da adolescência (tão importante de ser trabalhado com os jovens da EJA)
- a invisibilidade das minorias: o pobre, o mendigo, o louco...
- a civilidade nas cidades grandes, como anda?
o caso do anão que é poupado e o porquê disso
a frase "todo mundo é péssimo e isso basta para enlouquecer" (do Coringa, no final do filme). 
   

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

1ª aula: filme "Coringa".

Nesta primeira aula, o filme "Coringa" foi reproduzido para os alunos. Cada professor tem uma série de objetivos a serem alcançados, cada um em sua disciplina, com este filme.

Na próxima aula, o presente autor, o professor de geografia, tratará de fazer o devido estudo.

(Fonte: Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Joker_(filme_de_2019)>. Acesso em: 24 de fev., 2020)

quarta-feira, 27 de março de 2019

Regionalização do continente americano e colonização da América (introdução) (4ª aula):

O professor retomou a aula anterior, concluindo de montar o quadro que, no quadro magnético da sala de aula, ficou tal como o seguinte (Tabela 1):


Feito isso passou a introduzir a questão da colonização do continente americano.

quarta-feira, 20 de março de 2019

O Sentido do Estudar: parte 3 (conclusão) & Regionalização da América (3ª aula):

O professor retomou as aulas passadas (parte 1 e parte 2) fazendo uma série de perguntas aos estudantes que, com suas colocações, foram relembrando o que havia sido visto. O professor fez o fechamento deste assunto tão importante para a vida futura estudantil dos educandos, qual seja: o de sua relação com o estudo como ato para si mesmo, ato libertador, individual e potencialmente transferível.

Em seguida, introduziu o conteúdo geográfico propriamente dito. Parra tanto, o professor questionou os alunos com a seguinte pergunta: "você se considera americano?".

De posse das respostas orais, o professor passou a refletir sobre o que é a América e a questão midiática que fez com que nós, comumente, consideremos americanos apenas os estadunidenses.

Noções vistas:

► Explicação do conceito de região: a questão do critério
► A regionalização da América:
→ Critério Físico: uma única América, um único continente, de norte a sul

segunda-feira, 18 de março de 2019

O Sentido do Estudar: parte 2 (2ª aula))

O professor retomou a última aula, lembrando da dinâmica feita, bem como relatando-a aos alunos que não haviam participado.

Feito isso, o professor passou no quadro magnético a seguinte pergunta: "por que você estuda?".

Dado o breve tempo necessários para que os estudantes respondessem, o professor solicitou que cada um dos estudantes lessem em voz alta a sua resposta.

À medida em que os alunos liam, o professor pontuava as colocações, no quadro magnético, usando a técnica da identificação listada, com reforço positivo.

Concluído isso, como em anos anteriores, o professor introduziu a crítica que Nietzsche (1844-1900) fazia aos estudantes e à educação de seu tempo; época em que, segundo o filósofo alemão, as "as pessoas estavam estudando para o Estado". De posse desta ideia, o professor propôs que os alunos atualizassem o pensamento para os dias de hoje. Ao que surgiu a substituição do termo Estado por Mercado.

Tomando esta noção, a de que, hoje em dia, "as pessoas estão estudando para o Mercado", o professor apresentou a solução de Nietzsche, que é a "das pessoas estudarem para si mesmas".

Uma construtiva conversa se seguiu, com o professor fazendo a devida integração.

quarta-feira, 13 de março de 2019

O Sentido do Estudar: parte 1 (1ª aula))

O Sentido do Estudar: parte 1 (1ª aula))

Nesta primeira aula os alunos foram conduzidos à Sala de Multimeios, onde ouviram breve apresentação feita pela Coordenadora da EJA, professora Angélica Modrzejewski, que falou sobre as questões comportamentais, disciplinares e práticas relativas à escola.

Em seguida, no mesmo espaço, os estudantes foram conduzidos, pela mesma coordenadora acima citada e o conjunto de professores, Adriana Martins Dias (Coordenadora de Turno), Ana Lúcia Lomando (Totalidades Iniciais), Arilson Cardoso (Matemática), Luís Fábio Vianna (Educação Física),  Luiz Fernando Fraga Silva (História), Isabel Medeiros (Biblioteca) e o presente autor (Donarte Nunes dos Santos Júnior (Geografia)) em uma dinâmica que consistia em apresentar, sucintamente, quatro personalidade brasileiras, contudo sem revelá-las.

Com base na breve apresentação, em grupos, os estuantes deveriam escolher uma das personalidades e fazer um exercício de reescrever a trajetória da mesma. Ou seja, deveriam inventar, imaginar como se deu a continuidade da vida daquela pessoa, o que foi acontecendo com ela ao longo do caminho dela, quais escolhas ela tomou, e, sobretudo, como ela está hoje.

Após os grupos terem recebido o devido tempo para que os estudantes elaborassem as suas criações, sob a forma de textos, o professor solicitou que cada um dos grupos lessem o que haviam imaginado para a respectiva personalidades.

Em seguida, as personalidades foram reveladas e um diálogo se seguiu, acerca das possibilidades de vida de cada um, bem como de alguns dos elementos biográficos das pessoas em questão.

O professores esperavam que, ao final da dinâmica, os alunos tivessem refletido sobre possibilidades de vida e meios para se atingir objetivos e sonhos; projetos de vida, rompendo, por assim dizer, com o determinismo.

As personalidades escolhidas, foram:

- Joaquim Barbosa
- Daiane dos Santos
- Gisele Bündchen
- Alok

Cumpre dizer que as personalidades poderiam muito bem terem sido outras.

Em seguida, após o recreio e a janta, os estudantes, cada turma em sua respectiva sala de aula, a, individualmente, elaborar um texto, agora não contendo uma invenção relativa a uma personalidade fictícia ou mesmo real, mas sim, relativa a eles mesmos. Um exercício de pensar e projetar como será o seu próprio futuro, sua própria vida. A tarefa foi recolhida, será, por assim dizer, "tabulada", e, quem sabe, em outra dinâmica, retomada.

Para a próxima aula procurar-se-á refletir a respeito do estudo e do conhecimento. Como é esta relação?

Será retomado o caso das personalidades supracitadas, bem como, os exemplos imaginados pelos próprios estudantes.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Quadragésima primeira aula do 2º semestre:

Continuação dos estudos acerca do continente africano, com os seguintes elementos instruídos através de aula expositiva dialogada:

- principais atividades econômicas da África

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Quadragésima aula do 2º semestre:

Aula expositiva dialogada sobre a população africana, com os elementos, a saber:

- idade e gênero em África
- migrações internas e externas na África

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Trigésima nona aula do 2º semestre:

Aula expositiva dialogada sobre a população africana, com os elementos, a saber:

- diversidade étnica e cultural africanas
- desenvolvimento (ou falta dele) socioeconômico

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Trigésima oitava aula do 2º semestre:

Dando continuidade aos estudos de África, foi visto, através de aula expositiva dialogada, o seguinte:

- relevo africano e a importância de seus rios: o caso do Nilo
- clima e vegetação africana: a separação dos continentes


quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Trigésima sétima aula do 2º semestre:

Aula expositiva sobre a regionalização da África:

- a África Branca
- a África Negra
- o Chifre da África: miséria, fome e piratas

quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Trigésima sexta aula do 2º semestre:

Aula expositiva dialogada sobre a América do Sul, com os aspectos e elementos, a saber:

- Geoeconomia da América do Sul: estudo de caso do MERCOSUL - o caso da Venezuela (e da Colômbia)

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Trigésima terceira aula do 2º semestre:

Aula em que a EMEF Jean Piaget recebeu a visita do escritor Airton Ortiz, como culminância de um projeto trabalhado com afinco ao longo das últimas doze aula!!!




terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Trigésima segunda aula do 2º semestre:

Com base nas várias aulas anteriores, nas quais, através da dinâmica da roda de leitura, fizemos uma leitura procurando a semântica e os aprofundamentos geográficos possíveis da obra "ORTIZ, Airton. Cruzando a última fronteira. Rio de Janeiro: Record, 2002", nesta aula, aula que antecede a visita de nosso autor pelo iniciado na "Vigésima aula do 2º semestre", estudantes e alunos elaboraram a recepção do autor do ponto de vista teórico, relativamente aos aspectos que seriam abordados junto ao autor.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Trigésima primeira aula do 2º semestre:

Dando continuidade ao que foi iniciado há algumas aulas atrás, através da dinâmica da roda de leitura, demos sequência à interpretação de "ORTIZ, Airton. Cruzando a última fronteira. Rio de Janeiro: Record, 2002".

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Trigésima aula do 2° semestre:

Leitura e interpretação, através da dinâmica da roda de leitura, da obra "ORTIZ, Airton. Cruzando a última fronteira. Rio de Janeiro: Record, 2002".

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Vigésima nona aula do 2° semestre:

Ainda a leitura e interpretação, através da dinâmica da roda de leitura, da obra "ORTIZ, Airton. Cruzando a última fronteira. Rio de Janeiro: Record, 2002".

terça-feira, 27 de novembro de 2018

Vigésima oitava aula do 2° semestre:

Através da dinâmica da roda de leitura, leu-se e interpretou-se a obra "ORTIZ, Airton. Cruzando a última fronteira. Rio de Janeiro: Record, 2002".

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Vigésima sétima aula do 2° semestre:

Dando continuidade ao que foi iniciado há aulas atrás, através da dinâmica da roda de leitura, demos sequência à interpretação de "ORTIZ, Airton. Cruzando a última fronteira. Rio de Janeiro: Record, 2002".

terça-feira, 20 de novembro de 2018

Vigésima sexta aula do 2° semestre:

Dando continuidade ao que foi iniciado há cinco aulas atrás, através da dinâmica da roda de leitura, demos sequência à interpretação de "ORTIZ, Airton. Cruzando a última fronteira. Rio de Janeiro: Record, 2002".

O autor, inclusive já foi participado de nossos interesses ao recebê-lo!!!...:

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Vigésima quinta aula do 2° semestre:

Véspera de feriado, muitos alunos faltaram à aula. Então, não seria interessante dar continuidade aos estudos praticados nas últimas aulas, pois muitos iriam ficar para trás na leitura.

Mediante isso, o professor optou por desenvolver uma atividade diferenciada. Aproveitando-se da área arborizada do pátio da escola, que contém bancos de concreto com mesas de mesmo material, encravadas com tabuleiros de xadrez, o professor, juntamente com o colega de Educação Física, ministrou aula transversal a respeito do referido jogo.

N.B.: desta aula participaram, também, os alunos das T51 e T61, com o seu professor de História, que fez pertinente fala acerca da Pirâmide Social da Idade Média.

Foram vistos os seguintes elementos teóricos:

→ a arqueologia do xadrez:
- os primeiros achados no Egito (tabuleiro de 64 casa (8 x 8))
- a prática do jogo no Oriente Médio
- a origem da terminologia xeque mate; o "Xeique, Sheik, 'ancião', 'chefe', 'soberano', 'líder' ou 'governador'; o 'Rei' morto"
- os nomes das peças na Índia, como, por exemplo: ministro (ao invés de "Rainha"/ "Dãma"), os navios (ao invés das "Torres") e os elefantes (ao invés dos "Cavalos")

→ os nomes das peças hoje
→ a importância relativa das peças ("valor"), segundo Garry Kasparov
→ a diferença entre tática e estratégia
→ a notação algébrica das jogadas (lances): o tabuleiro como uma atriz matemática de linhas (números) e colunas (letras): e4, e5...
→ os lugares do tabuleiro, a importância dos pontos do tabuleiro: o centro, as casas de pressão: a casa f7, por exemplo
→ o centro do tabuleiro como um monte de onde se pode lançar qualquer ataque, segundo, ainda, Garry Kasparov

Os alunos observaram uma rápida partida comentada entre os professores de Geografia e Educação Física, e, depois, passaram a praticar eles mesmos orientados pelos professores.

terça-feira, 13 de novembro de 2018

Vigésima quarta aula do 2° semestre:

Os alunos da E.M.E.F. Jean Piaget, EJA, fizeram excursão de estudos à "64ª Feira do Livro de Porto Alegre", graças, também, ao projeto "Adote um Escritor", comentado há aulas atrás.

Lá, além de andar por algumas das ruas do Centro Histórico da capital gaúcha, os alunos puderam conversar com os livreiros e atendentes, ver títulos, livros, obras e pessoas.

Por fim, na hora marcada, às 20h, assistiram ao show, com Frank Jorge, que subiu ao palco com o espetáculo: "ENTRE A POESIA E A CANÇÃO", onde apresentou boa música e partes de seu livro "Realidades e Chantillys Diversos".



quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Vigésima terceira aula do 2° semestre:

Dando continuidade ao que foi iniciado há três aulas atrás, através da dinâmica da roda de leitura, demos sequência à interpretação de "ORTIZ, Airton. Cruzando a última fronteira. Rio de Janeiro: Record, 2002".

terça-feira, 6 de novembro de 2018

Vigésima segunda aula do 2° semestre:

Dando continuidade ao que foi iniciado há duas aulas atrás, através da dinâmica da roda de leitura, demos sequência à interpretação de "ORTIZ, Airton. Cruzando a última fronteira. Rio de Janeiro: Record, 2002".

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Vigésima primeira aula do 2° semestre:

Dando continuidade ao que foi iniciado na última aula, através da dinâmica da roda de leitura, demos sequência à interpretação de "ORTIZ, Airton. Cruzando a última fronteira. Rio de Janeiro: Record, 2002".

terça-feira, 30 de outubro de 2018

Vigésima aula do 2° semestre:

Através do projeto "Adote um Escritor", por intermédio do qual as escolas da Rede Municipal de Educação (RME) são contempladas com a visita de um dos escritores que integram um "processo de escolha" e são devidamente identificados através de uma lista, ficou definido, que, este ano, o autor que brindará nossa escola com sua presença, é: Airton Ortiz.

Deste modo, para que os estudantes melhor apreciem a conversa com este ilustre escritor gaúcho, que está programada para o início do mês de dezembro, o professor passou, através da dinâmica das rodas de leitura, à leitura da obra "ORTIZ, Airton. Na trilha da Humanidade: A origem do homem pré-histórico brasileiro. Rio de Janeiro: Record, 2006".

Esta obra foi a escolhida para a Totalidade 6 (T6), porque nela, o autor Rio-Pardense desenvolve uma narrativa desde de a África, passando pela Ásia e Europa, até chegar na América e Brasil. Assim, trata-se de um livro mais adequada aos estudantes desta totalidade de ensino, de nível de 9º ano.

Nesta aula, iniciamos, então, a leitura, de: "ORTIZ, Airton. Cruzando a última fronteira. Rio de Janeiro: Record, 2002".

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Décima nona aula do 2° semestre:

Aula expositiva dialogada sobre a Doutrina Monroe e a a expansão imperialista do USA no mundo.

- a consolidação da independência dos EUA
- a "América para os americanos" e suas "semânticas"
- a anteposição "América ["para os americanos"]" e "Europa"
- estudo de caso: as fronteiras dos EUA e a atualidade: o muro de Bush cada vez mais ressuscitado por Trump e os imigrantes da América Central (o caso da Nicarágua)

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Décima oitava aula do 2° semestre:

Aula expositiva dialogada sobre o século XIX para o EUA, a saber:

- o conflito que mais ceifou vidas até então: a Guerra de Secessão (ou Guerra Civil (1861-1865, cf. aula passada))
- o consequente fim da estrutura "regionalizada" dos EUA
- o processo de industrialização dos EUA

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Décima quarta aula do 2° semestre:

Aula expositiva dialogada integrando a questão da "Marcha para o Oeste", dos EUA.

Esta pintura (cerca 1872) de John Gast chamada Progresso Americano é uma representação alegórica do Destino Manifesto. Na cena, uma mulher angelical, algumas vezes identificada como Colúmbia, (uma personificação dos Estados Unidos do século XIX) carregando a luz da "civilização" juntamente a colonizadores estadunidenses, prendendo cabos telégrafo por onde passa. Há também Índios Americanos e animais selvagens do oeste "oficialmente" sendo afugentados pela personagem.
Fonte: EVOLUÇÃO TERRITORIAL DOS ESTADOS UNIDOS. In: WIKIPÉDIA, a enciclopédia livre. Flórida: Wikimedia Foundation, 2018. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Evolu%C3%A7%C3%A3o_territorial_dos_Estados_Unidos&oldid=53135807>. Acesso em: 10 out. 2018.

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Décima terceira aula do 2° semestre:

Aula expositiva dialogada sobre "A Marcha para o Oeste".

Elementos que emergiram e que foram pontuados:

→ diferentemente de Espanha e Portugal, Inglaterra iniciou o processo de colonização mais tardiamente, em 1607
→ o processo, de fato, iniciou-se pela Virgínia
→ houve fracas tentativas antes disso, respectivamente, em 1583 e 1587, mas conflitos com povos indígenas desencorajaram a sua continuidade
→ para a efetivação da colonização houve o incentivo para a vinda, de:
► franceses
► holandeses
► escoceses
► irlandeses
► alemães

Dos povos supracitados, os que mais compuseram etnicamente o povo estadunidense, são os alemães (ver mapa abaixo).

Ascendência com maior população nos EUA:
JERREAT, Jessica. Mail Online. American ethnicity map shows melting pot ethnicities make USA. Daily Mail. Londres, 02 set. 2013. Disponível em: <https://www.dailymail.co.uk/news/article-2408591/American-ethnicity-map-shows-melting-pot-ethnicities-make-USA-today.html>. Acesso em: 08 out., 2018.

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Décima segunda aula do 2° semestre:

Aula expositiva dialogada (introdução) sobre a formação dos EUA.

Desta vez, disponibilizo, abaixo, o registro fotográfico do quadro magnético, que ficou bonito:


segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Décima primeira aula do 2° semestre:

Aula expositiva dialogada que, nos moldes da última aula, tenta aprofundar o entendimento do porquê da existência de Américas tão díspares entre si.

A explicação versou sobre os aspectos culturais, desta vez, sobre a religião e a sua parcela de culpa na formação de uma América desenvolvida, Anglo-Saxã (classificada entre os Países do Norte) e de uma América subdesenvolvida e emergente (classificada como Países do Sul).

No caso da América Anglo-Saxônica:
→ colonização por ingleses: protestantes (anglicanos)
teologia da prosperidade

No caso da América Anglo Latina:
→ colonizada por portugueses e espanhóis: católicos
teologia da libertação

Para ir além, neste assunto que é polêmico, ler "Por qué las naciones protestantes son ricas y las católicas pobres."

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Nona aula do 2° semestre:

Aula na qual, semelhantemente ao que foi feito no semestre passado, o professor encaminhou a resposta a pergunta o que faz com que exista uma "América" desenvolvida e uma "América" fracamente desenvolvida.

Assim, através de aula expositiva dialogada, versou-se, ainda que introdutoriamente, sobre as colonizações por exploração e as colonizações por povoamento.

terça-feira, 18 de setembro de 2018

Oitava aula do 2° semestre:

Aula na qual adotou-se um procedimento interrogativo semelhante ao utilizado no semestre anterior, no qual o professor instigava a resposta à pergunta "por que há uma América que é rica e uma América que é pobre?".

De posse da resposta dos alunos, fez-se a problematização dos conceitos de riqueza e pobreza, bem como, a introdução das noções de desenvolvimento e subdesenvolvimento, acrescidas das de Países do Norte e Países do Sul.     

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Sétima aula do 2° semestre:

Aula na qual, com o auxílio de atlas escolares e a observação atenta dos mesmos, foi feita a identificação listada dos principais rios do continente americano.

Aconselha-se fortemente, pelo menos, a leitura do "verbete" hidrografia, na Wikipédia: a enciclopédia livre, clicando, aqui

terça-feira, 11 de setembro de 2018

Sexta aula do 2° semestre:

Aula na qual, com o auxílio de atlas escolares, através da observação atenta dos mesmos, e, por intermédio de aula expositiva dialogada, identificou-se listando as formas de relevo, bem como, as acidentes geográficos mais pertinentes do continente americano.

Aconselha-se, ao menos, a leitura do "verbete" relevo na Wikipédia: a enciclopédia livre, clicando, aqui.


terça-feira, 4 de setembro de 2018

Quarta aula do 2° semestre:

Aula na qual, com base em um texto dado como exemplo pelo professor, e, com o auxílio de atlas geográficos, os estudantes passaram a elaborar seus próprios textos com o objetivo de *situar geograficamente* países americanos.

O professor instruiu que situar geograficamente é dar a posição, no nosso caso de países americanos, em relação a outros países, também americanos, bem como, em relação aos corpos de água (mares, golfos e oceanos).

Relativamente a isso, há que se usar, mentalmente, a Rosa dos Ventos, como a seguir:


quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Terceira aula do 2° semestre:

Aula expositiva dialogada sobre a possíveis regionalizações do continente americano.

Com relação a isso, para retomar o que foi visto, aconselha-se a leitura do "verbete" Geografia Humana da América, na Wikipédia: a enciclopédia livre, clicando, aqui.

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Segunda aula do 2° semestre:

Aula expositiva dialogada sobre o continente americano. Nesta ocasião foi feita a descrição geográfica geral da América, bem como, questionamentos instigantes, tais como, "vocês são americanos, caros alunos?! Sim ou não?!".

Para uma retomada do que foi visto, aconselha-se a leitura, ao menos da introdução (dois primeiros parágrafos) do "verbete" Geografia da América, na Wikipédia: a enciclopédia livre, clicando, aqui.

terça-feira, 21 de agosto de 2018

Primeira aula do 2° semestre:

Nesta aula, o professor procurou conversar com os alunos sobre o ato de estudar.

Para tanto, colocou no quadro magnético a seguinte pergunta: "você, afinal, estuda por quê?".

Os alunos deveriam responder a pergunta por escrito em seus cadernos.

Feito isso, através de uma identificação listada, o professor foi pontuando, através de anotações no quadro magnético, os principais elementos das respostas dos estudantes.

Como é bastante comum de acontecer, os educandos responderam coisas, tais como:

- estudo para ter uma profissão
- estudo para ter um futuro melhor
- estudo para ganhar mais, ter melhor salário
- estudo para ser alguém na vida
- estudo para alcançar os meus objetivos

Digno de nota é que, nesta turma, houve um aluno que deu uma resposta bastante fora do comum, que foi devidamente comentada, evidenciada e elogiada pelo professor em virtude de seu caráter altruísta. A resposta foi a seguinte:

- estudo para ajudar os outros...

O professor questionou o estudante acerca do porquê daquela resposta, ao que recebeu como resposta, o seguinte:

- "Eu já passei bastante trabalho na vida, e, se eu puder fazer alguma coisa para ajudar os outros, para que não passem o que eu passei, então, é o que eu farei". 

Com nas respostas acima, o professor apresentou algumas noções, retiradas do livro "Escritos sobre educação", de Friedrich Nietzsche (1844-1900), tais como:

- em seu tempo, Nietzsche percebeu que os jovens estavam "estudando para o Estado"
- no tempo de Nietzsche, em outras palavras, as pessoas estudavam preocupadas em se encaixar em uma profissão, normalmente oferecida pelo governo
- tratava-se, pois, de um estudo para um outro que não eu mesmo

Com base nisso, o professor questionou oralmente: "quer dizer que se não fosse para alcançar um "canudo" (um certificado de conclusão do Ensino Fundamental), um emprego/ profissão e um melhor salário/ renda vocês não estariam aqui?

Assim, foi, então, formalizada através de uma anotação no quadro magnético, a máxima defendida por Nietzsche em seu escrito sobre educação:

- a pessoa deveria estudar para si mesma

Esse instigamento já foi feito pelo professor no início do ano letivo, na 1ª aula do 1ª semestre do presente ano, com a outra turma de Totalidade 6, e pode ser lido, aqui. Trata-se, na verdade, de uma ideia muito forte, por isso chamada pelo professor de ideia-força, que é, por ele, perseguida já há algum tempo.

Em virtude da reação dos estudantes, o objetivo da aula parece ter sido alcançado, que foi o de fazer com que os estudantes ampliassem o entendimento do porquê de estudar; estudar para si mesmo, para, depois, por consequência, atingir plenamente os objetivos profissionais. Ou ainda, estudar para si mesmo, pois, trata-se de algo que é feito por prazer, não por obrigação.

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Trigésima sexta aula do semestre!

O professor procurou ouvir os estudantes quanto às suas percepções; queria saber como os estudantes avaliavam terem estudado ao longo do semestre através da leitura de uma obra específica acerca da América Latina; coisa que foi definida, segundo acerto com a turma, ainda no início do semestre

Feito isso, o professor fez já alguns acertos e combinações para o semestre letivo seguinte.

quinta-feira, 26 de julho de 2018

Trigésima quarta aula do semestre!

Aula expositiva dialogada sobre a Revolução Cubana e comentários sobre a monocultura, na frase de José Martí: açúcar. “O povo que confia a sua subsistência a um só produto, se suicida”.  

Trigésima terceira aula do semestre!

Aula na qual, dois períodos com o professor de Geografia, foi dada sequência à leitura da obra "GALEANO, Eduardo. As Veias Abertas da América Latina. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2007" especificamente a leitura do subcapítulo "Em marcha lenta nas Ilhas do Caribe".

Em nossa turma tivemos a entrada de uma estudante haitiana. Então, veio bem a calhar o estudo que está sendo feito.

O fragmento a seguir do livro chamou especialmente a a tenção, juntamente com o testemunho da estudante.

Aula na qual foi dada sequência à leitura da obra "GALEANO, Eduardo. As Veias Abertas da América Latina. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2007" especificamente a leitura do subcapítulo "Em marcha lenta nas Ilhas do Caribe".

"Na segunda metade do século, o melhor açúcar do mundo brotava do solo esponjoso das planuras da costa do Haiti, um colônia francesa que nessa época se chamava Saint Domingue. Ao norte e a oeste, Haiti converteu-se em sorvedouro de escravos: o açúcar  exigia cada vez mais braços. Em 1786, chegaram à colônia 27 mil escravos, e no ano seguinte 40 mil. No outono de 1791, explodiu a revolução. Num só mês, setembro, duzentas plantações de cana foram tomadas pelas chamas; os incêndios e os combates sucederam-se sem trégua à medida que os escravos insurretos iam empurrando os exércitos franceses até o oceano. Os barcos zarparam carregando cada vez mais franceses e cada vez menos açúcar. A guerra derramou rios de sangue e devastou as plantações. Foi longa. O país, em cinzas, ficou paralisado; em fins do século a produção caiu verticalmente. “Em novembro de 1803 quase toda a colônia antigamente florescente, era um grande cemitério de cinzas e escombros”, [...]. A revolução haitiana tinha coincidido, e não só no tempo, com a revolução francesa, e Haiti sofreu também, na própria carne, o bloqueio contra a França da coalizão internacional: a Inglaterra dominava os mares. Porém logo sofreu, à medida que sua independência ia-se fazendo inevitável, o bloqueio da França. Cedendo à pressão francesa, o Congresso dos Estados Unidos proibiu o comércio com Haiti, em 1806. Logo em 1825, a França reconheceu a independência de sua antiga colônia, mas em troca de uma gigantesca indenização em dinheiro.
A crise do Haiti provocou o auge açucareiro de Cuba, que rapidamente converteu-se na primeira supridora do mundo. Também a produção cubana de café, outro artigo de intensa demanda no ultramar, recebeu seu impulso da queda de produção haitiana, porém, o açúcar ganhou a corrida da monocultura: em 1862 Cuba viu-se obrigada a importar café do estrangeiro. Um membro direto da 'sacarocracia' cubana chegou a escrever sobre as “profundas vantagens que se podem tirar da desgraça alheia”19. À rebelião haitiana sucederam os preços mais fabulosos da história do açúcar no mercado europeu, e em 1806 Cuba já tinha duplicado, ao mesmo tempo, os engenhos e a produtividade."
Outro ponto do livro que chamou a atenção dos estudantes foi o seguinte, tendo sido comentado pelo professor e pela estudante haitiana:

"Os cronistas de outros tempos diziam que se podia percorrer Cuba, em toda extensão, à sombra de palmeiras gigantescas e das matas frondosas, nas quais abundavam a caioba e o cedro, o ébano e dagames. Pode-se contudo admirar as madeiras preciosas de Cuba nas mesas e nas janelas de El Escorial ou nas portas do palácio real de Madri, mas a invasão da cana fez arder, em Cuba, com vários incêndios sucessivos, as melhores matas virgens que antes cobriam o solo. Nos mesmos anos que arrasava sua própria floresta, Cuba convertia-se na principal compradora de madeira dos Estados Unidos. A cultura extensiva da cana, cultura de rapina, não só implicou a morte da mata mas também, a longo prazo, 'a morte da fabulosa fertilidade da ilha'. As matas eram entregues às chamas, e a erosão não demorava a correr seus solos indefesos; milhares de riachos secaram. Atualmente, o rendimento por hectares das plantações açucareiras de Cuba é inferior em mais de três vezes ao do Havaí22. A irrigação e a fertilização da terra constituem as tarefas prioritárias para a Revolução Cubana. Estão se multiplicando as bombas hidráulicas, grandes e pequenas, enquanto se canalizam os campos e se disseminam, sobre as castigadas terras, os adubos." 

segunda-feira, 23 de julho de 2018

Trigésima segunda aula do semestre!

Aula na qual foi dada sequência à leitura da obra "GALEANO, Eduardo. As Veias Abertas da América Latina. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2007" especificamente a leitura do subcapítulo "Em marcha lenta nas Ilhas do Caribe". 

O elementos vistos foram os seguintes:

- como, lentamente, o Caribe foi se transformando nas Sugar (Is)lands
- a crítica de Karl Marx à lógica da monocultura:

“Pensareis talvez, senhores - dizia Karl Marx em 1848 -, que a produção de café e açúcar é o destino natural das índias Ocidentais. Há dois séculos, a natureza, que pouco tem a ver com o comércio, não tinha plantado ali nem a árvore do café nem a cana-de-açúcar.” 
(Karl Marx, Discurso sobre el libre cambio, em Miseria de la filosofla, Moscou, s.d.)

E, segundo Galeano, 

"A divisão internacional do trabalho não se foi estruturando por obra e graça do Espírito Santo, senão por obra dos homens ou, mais precisamente, por causa do desenvol-vimento internacional do capitalismo."

- Barbados, a primeira ilha que cultivou o açúcar para a exportação
- plantações horizontais (encostas dos morros) e horizontais e a não diferente sorte de Barbados se comparado com a do nordeste brasileiro
- a anterior policultura (algodão, tabaco, laranjas, vacas e porcos) e a posterior monocultura na ilha, bem como, a devastação ecológica associada
- o avanço do açúcar a sotavento: na Jamaica 1 colono para cada 10 escravos

7ª AULA: DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO MUNDIAL: POPULAÇÃO ABSOLUTA E POPULAÇÃO RELATIVA!

Foi realizada uma aula expositiva dialogada, na qual o professor apresentou e discutiu, com os estudantes, a distribuição da população mundi...