quinta-feira, 26 de julho de 2018

Trigésima quarta aula do semestre!

Aula expositiva dialogada sobre a Revolução Cubana e comentários sobre a monocultura, na frase de José Martí: açúcar. “O povo que confia a sua subsistência a um só produto, se suicida”.  

Trigésima terceira aula do semestre!

Aula na qual, dois períodos com o professor de Geografia, foi dada sequência à leitura da obra "GALEANO, Eduardo. As Veias Abertas da América Latina. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2007" especificamente a leitura do subcapítulo "Em marcha lenta nas Ilhas do Caribe".

Em nossa turma tivemos a entrada de uma estudante haitiana. Então, veio bem a calhar o estudo que está sendo feito.

O fragmento a seguir do livro chamou especialmente a a tenção, juntamente com o testemunho da estudante.

Aula na qual foi dada sequência à leitura da obra "GALEANO, Eduardo. As Veias Abertas da América Latina. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2007" especificamente a leitura do subcapítulo "Em marcha lenta nas Ilhas do Caribe".

"Na segunda metade do século, o melhor açúcar do mundo brotava do solo esponjoso das planuras da costa do Haiti, um colônia francesa que nessa época se chamava Saint Domingue. Ao norte e a oeste, Haiti converteu-se em sorvedouro de escravos: o açúcar  exigia cada vez mais braços. Em 1786, chegaram à colônia 27 mil escravos, e no ano seguinte 40 mil. No outono de 1791, explodiu a revolução. Num só mês, setembro, duzentas plantações de cana foram tomadas pelas chamas; os incêndios e os combates sucederam-se sem trégua à medida que os escravos insurretos iam empurrando os exércitos franceses até o oceano. Os barcos zarparam carregando cada vez mais franceses e cada vez menos açúcar. A guerra derramou rios de sangue e devastou as plantações. Foi longa. O país, em cinzas, ficou paralisado; em fins do século a produção caiu verticalmente. “Em novembro de 1803 quase toda a colônia antigamente florescente, era um grande cemitério de cinzas e escombros”, [...]. A revolução haitiana tinha coincidido, e não só no tempo, com a revolução francesa, e Haiti sofreu também, na própria carne, o bloqueio contra a França da coalizão internacional: a Inglaterra dominava os mares. Porém logo sofreu, à medida que sua independência ia-se fazendo inevitável, o bloqueio da França. Cedendo à pressão francesa, o Congresso dos Estados Unidos proibiu o comércio com Haiti, em 1806. Logo em 1825, a França reconheceu a independência de sua antiga colônia, mas em troca de uma gigantesca indenização em dinheiro.
A crise do Haiti provocou o auge açucareiro de Cuba, que rapidamente converteu-se na primeira supridora do mundo. Também a produção cubana de café, outro artigo de intensa demanda no ultramar, recebeu seu impulso da queda de produção haitiana, porém, o açúcar ganhou a corrida da monocultura: em 1862 Cuba viu-se obrigada a importar café do estrangeiro. Um membro direto da 'sacarocracia' cubana chegou a escrever sobre as “profundas vantagens que se podem tirar da desgraça alheia”19. À rebelião haitiana sucederam os preços mais fabulosos da história do açúcar no mercado europeu, e em 1806 Cuba já tinha duplicado, ao mesmo tempo, os engenhos e a produtividade."
Outro ponto do livro que chamou a atenção dos estudantes foi o seguinte, tendo sido comentado pelo professor e pela estudante haitiana:

"Os cronistas de outros tempos diziam que se podia percorrer Cuba, em toda extensão, à sombra de palmeiras gigantescas e das matas frondosas, nas quais abundavam a caioba e o cedro, o ébano e dagames. Pode-se contudo admirar as madeiras preciosas de Cuba nas mesas e nas janelas de El Escorial ou nas portas do palácio real de Madri, mas a invasão da cana fez arder, em Cuba, com vários incêndios sucessivos, as melhores matas virgens que antes cobriam o solo. Nos mesmos anos que arrasava sua própria floresta, Cuba convertia-se na principal compradora de madeira dos Estados Unidos. A cultura extensiva da cana, cultura de rapina, não só implicou a morte da mata mas também, a longo prazo, 'a morte da fabulosa fertilidade da ilha'. As matas eram entregues às chamas, e a erosão não demorava a correr seus solos indefesos; milhares de riachos secaram. Atualmente, o rendimento por hectares das plantações açucareiras de Cuba é inferior em mais de três vezes ao do Havaí22. A irrigação e a fertilização da terra constituem as tarefas prioritárias para a Revolução Cubana. Estão se multiplicando as bombas hidráulicas, grandes e pequenas, enquanto se canalizam os campos e se disseminam, sobre as castigadas terras, os adubos." 

segunda-feira, 23 de julho de 2018

Trigésima segunda aula do semestre!

Aula na qual foi dada sequência à leitura da obra "GALEANO, Eduardo. As Veias Abertas da América Latina. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2007" especificamente a leitura do subcapítulo "Em marcha lenta nas Ilhas do Caribe". 

O elementos vistos foram os seguintes:

- como, lentamente, o Caribe foi se transformando nas Sugar (Is)lands
- a crítica de Karl Marx à lógica da monocultura:

“Pensareis talvez, senhores - dizia Karl Marx em 1848 -, que a produção de café e açúcar é o destino natural das índias Ocidentais. Há dois séculos, a natureza, que pouco tem a ver com o comércio, não tinha plantado ali nem a árvore do café nem a cana-de-açúcar.” 
(Karl Marx, Discurso sobre el libre cambio, em Miseria de la filosofla, Moscou, s.d.)

E, segundo Galeano, 

"A divisão internacional do trabalho não se foi estruturando por obra e graça do Espírito Santo, senão por obra dos homens ou, mais precisamente, por causa do desenvol-vimento internacional do capitalismo."

- Barbados, a primeira ilha que cultivou o açúcar para a exportação
- plantações horizontais (encostas dos morros) e horizontais e a não diferente sorte de Barbados se comparado com a do nordeste brasileiro
- a anterior policultura (algodão, tabaco, laranjas, vacas e porcos) e a posterior monocultura na ilha, bem como, a devastação ecológica associada
- o avanço do açúcar a sotavento: na Jamaica 1 colono para cada 10 escravos

segunda-feira, 16 de julho de 2018

Trigésima primeira aula do semestre!

Através de aula expositiva dialogada e de dinâmica de roda de leitura, conforme última aula, estudou-se elementos que emergem da obra "As Veias Abertas da América Latina", de Eduardo Galeano, a saber:

- o Brasil como o maior produtor de açúcar, e, simultaneamente, como o maior recebedor de afluxo de escravos
- a sociedade colonial brasileira: Pernambuco e Bahia
- os primeiros senhores de terra do brasil
- o financiamento holandês
- o exaurimento das terras
- a dilapidação das matas (da Bahia ao Ceará (Mata Atlântica))
- as rebeliões escravas e as crise do açúcar
- a improdutividade dos solos, pois, os colonizadores só se importavam com o açúcar e a extinção de tipos vegetacionais comestíveis (semelhantemente ao que ocorreu no México e América Central (ver vigésima quinta e vigésima sétima aula do semestre)

quarta-feira, 11 de julho de 2018

Trigésima aula do semestre!

Através da dinâmica da roda de leitura, do livro "As Veias Abertas da América Latina", de Eduardo Galeano, e da aula expositiva dialogada, foram estudados os seguintes elementos, que emergem da obra:

- a segunda viagem, de Colombo a América: as primeiras mudas do "ouro branco", da cana-de-açúcar (das Ilha Canárias para a República Dominicana)
- a devastação causada pelo açúcar: nas matas, solo, e homens
- os traços de três idades econômicas (mercantilismo, feudalismo e escravidão) combinados numa só: na do açúcar.
- o, por assim dizer, "nascimento" do latifúndio (monocultura, plantation) e o nordeste brasileiro como área mais rica, e, posteriormente, mais pobre em virtude disso
- a zona do rio da Prata como aquela que, entretanto, apesar de não ter este tipo de produção, não consegue se livrar do subdesenvolvimento: a carne e o couro

  

segunda-feira, 9 de julho de 2018

Vigésima Nona aula do semestre!

Aula na qual, como na anterior, foi dada sequência à leitura da obra, de: GALEANO, Eduardo. As Veias Abertas da América Latina. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2007, especificamente a leitura do subcapítulo "Contribuição do ouro do Brasil ao progresso da Inglaterra".

Os elementos destacados pelo professor, foram:

→ o traslado do centro financeiro para Amsterdã e Londres: "Nada ficou, no solo brasileiro, do impulso dinâmico do ouro, salvo os templos e as obras de arte."
Aleijadinho e suas obras
→ a crise no Brasil, e, com isso, o surgimento dos bancos (crédito (que se mantém até hoje))
→ A lenda da Paróquia Nossa Senhora das Mercês e Misericórdia, sobre a qual, no livro que estamos estudando, lê-se:
A lenda assegura que na igreja de Nossa Senhora das Mercês e Misericórdia, de Minas Gerais, os mineiros mortos celebram ainda missa nas frias noites de chuva. Quando o sacerdote se volta, levantando as mãos do altar-mor, se vêem os ossos do rosto.
E sobre a qual, em outros lugares, lê-se sobre um crime. Foi feito um paralelo com a "Lenda do Escravo", da paróquia Nossa Senhora das Dores, de Porto Alegre

→ a cana-de-açúcar, trazida das olhas canárias, mas com "origem" no Oriente Médio e Distante e os males que esta planta exótica causava (e causa) aos solos, apesar de alguns não considerarem tais plantas tão maléficas assim  
→ a mão-de-obra (escrava) necessária para se trabalhar um um canavial
→ esse tipo de cultura e o nascimento do latifúndio (plantation
→ o cacau
→ o algodão
→ a seringueira
→ o café

quarta-feira, 4 de julho de 2018

Vigésima Oitava aula do semestre!

Aula na qual, como na anterior, foi dada sequência à leitura da obra, de: GALEANO, Eduardo. As Veias Abertas da América Latina. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2007, especificamente a leitura do subcapítulo "Contribuição do ouro do Brasil ao progresso da Inglaterra".

Os elementos destacados pelo professor, foram:

→ O "Tratado de Methuen" e a troca de produtor agrícolas (vinho de Portugal), por produtos manufaturados (máquina e até tecidos da Inglaterra)
→ a consequente morte, na raiz, de toda o "germe" da indústria em Portugal, e, consequentemente, no Brasil. 
→ o contrabando de ouro e escravos por parte da Inglaterra e da Holanda
→ O Marques de Pombal e sua crítica à situação através da qual Portugal passava apenas a uma intermediária


segunda-feira, 2 de julho de 2018

Vigésima Sétima aula do semestre!

Aula na qual foi dada sequência à leitura da obra GALEANO, Eduardo. As Veias Abertas da América Latina. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2007, especificamente a leitura do subcapítulo "Vila Rica de Ouro Preto: a Potosi de Ouro".

Da leitura, foram pontuados os seguintes elementos:

→ a quantidade de ouro que foi levada embora do Brasil: "Aqui o ouro era mato"...
→ As Mina Gerais: Ouro Preto e sua riqueza comparada aos ricos de Lisboa
→ o tempo que "durava" um escravo naquelas condições extremas de trabalho: 7 anos (na "melhor" das hipóteses): a preferência pelos escravos de Guiné, em detrimento dos de Angola (bantus): a origem do preconceito racial engendrada no, por assim dizer, DNA do brasileiro...
→ a epidemia de fome na região em virtude do descuido das culturas alimentícias (1700-1713):

"os milionários tiveram que comer gatos, cães, ratos, formigas, gaviões."

→ os capitães-do-mato e os escravos fugidos...
→ a absorção de mão-de-obra negra para as áreas das minas: as outras regiões ficam "sem braços"... 

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Vigésima Sexta aula do semestre!

Aula na qual foi dada sequência à leitura da obra GALEANO, Eduardo. As Veias Abertas da América Latina. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2007, especificamente a leitura do subcapítulo "A Semana Santa dos índios Termina sem Ressurreição".

Da leitura, foram pontuados os seguintes elementos:

→ as doenças contraídas pelos índios em virtude do trabalho escravo nas minas 
→ a vestimenta dos índios do altiplano como imposição da Coroa espanhola
→ a folha de coca, seu cultivo e mascagem: a coca como investimento para fazer o índio trabalhar mais e melhor - um paralelo com a droga hoje...
→ os índios e "a maldição de sua própria riqueza": o diálogo entre Alexander von Humboldt (1769-1859) e o índio Astorpilco, descendente direto de Atahualpa (1502-1533), a saber:

Humboldt: “Não sentis às vezes o desejo de cavar em busca dos tesouros para satisfazer vossas necessidades?”
Astorpilco: “Tal desejo não acontece comigo. Meu pai diz que seria pecaminoso. Se tivéssemos os ramos dourados com todos os frutos de ouro, os vizinhos brancos nos odiariam e nos fariam mal”


segunda-feira, 25 de junho de 2018

Vigésima Quinta aula do semestre!

Aula na qual foi dada sequência à leitura da obra GALEANO, Eduardo. As Veias Abertas da América Latina. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2007, especificamente a leitura do subcapítulo "A NOSTALGIA COMBATENTE DE TÚPAC AMARU"

O elementos vistos foram os seguintes:

→ o nível de evolução científico-tecnológica das sociedades teocráticas ameríndias: astronomia, invenção do zero, cirurgias, engenharias agrônomas, matemáticas, etc.
→ os jardins flutuantes dos ameríndios.
→ as tremendas extinções de frutas, grãos, tubérculos, leguminosas, enfim, de inúmeras culturas em virtude da, nas palavras de Galeano, "febre de outro e prata" do europeus que abandonavam as plantações para enviar os índios aos socavões, às minas de ouro e prata.
→ no contexto acima, a miséria da posição dos índios, que passaram da posição de donos da terra à escravos, e, depois à peões, com a respectiva passagem de seus opressores, os europeus, de "encomendeiros" à fazendeiros.
→ a revolução de Túpac Amaru.

Ainda deu tempo para se iniciar o subcapítulo "A SEMANA SANTA DOS ÍNDIOS TERMINA SEM RESSURREIÇÃO".
    

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Vigésima Quarta aula do semestre!

Aula na qual o professor ministrou aula expositiva dialogada sobre política, utilizando-se, para isso do livro, "ARANHA, Maria Lúcia Arruda. Filosofando: introdução à Filosofia. São Paulo: Moderna, 2009", às páginas 267 e 270, respectivamente, como se pode ver, abaixo:





Em se tratando do segundo parágrafo, no que tange ao "sentido pejorativo" da política, o professor leu para os estudantes o texto "analfabeto político", de Bertolt Brecht, que pode ser lido, abaixo:  

O analfabeto político
O pior analfabeto, é o analfabeto político.
Ele não ouve, não fala, não participa dos acontecimentos políticos.
Ele não sabe que o custo de vida,
O preço do feijão, do peixe, da farinha
Do aluguel, do sapato e do remédio
Depende das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que
Se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia política.
Não sabe o imbecil,
Que da sua ignorância nasce a prostituta,
O menor abandonado,
O assaltante e o pior de todos os bandidos
Que é o político vigarista,
Pilantra, o corrupto e o espoliador
Das empresas nacionais e multinacionais.

Foi refletido sobre a relação entre política poder, explicando e instruindo, sobre:

- poder, força violência
- autoridadecoerção e persuasão  
- instituições políticas


- tirania: em relação à "tirania", o professor falou a respeito da separação dos três poderes ("instituições políticas"): legislativojudiciário e executivo

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Vigésima Terceira aula do semestre!

Aula na qual os estudantes trabalharam na elaboração da autoavaliação, a saber:


Autoavaliação:
O semestre letivo está chegando ao seu final. Então, elabore a sua autoavaliação, respondendo:1) Fui frequente?
2)  Fui pontual?
3) Estudei? Li meu caderno, pesquisei no “blog”, no “grupo doFace” ou no “Grupo de Whatsapp"? Estou entendendo?
4) O que estamos estudando? Faça uma lista.
5) Como eu avalio a forma das aulas?
6) Como eu avalio o professor?

segunda-feira, 11 de junho de 2018

Vigésima Segunda aula do semestre!

Aula na qual os alunos trabalharam leitura e interpretação de texto. O texto trabalhado foi do livro didático e versava sobre a urbanismo e habitação. A atividade foi recolhida.

quarta-feira, 30 de maio de 2018

Vigésima Primeira aula do semestre!

Aula na qual foi feita leitura e interpretação de, no livro didático, que versava sobre o IDH. Os estudantes tinham de responder à uma pergunta relativa a isso.

quarta-feira, 23 de maio de 2018

Vigésima aula do semestre!

A aula de hoje, que foi com base na Roda de Leitura e na aula expositiva dialogada acerca daquilo que emergia da leitura, resumi-la-ei da seguinte forma: com as fotos do quadro magnético, como se pode ver abaixo:





segunda-feira, 21 de maio de 2018

Décima Nona aula do semestre!

Utilizando-se da dinâmica da Roda de Leitura, o professor deu sequência à leitura da obra que está sendo estudada. foi concluído o capítulo "A Espanha tinha a vaca, mas outros tomavam o leite".

Em seguida, o professor passou, no quadro de giz, o importante parágrafo, a seguir:

"Escreveu Karl Marx, no primeiro tomo de O Capital: 'O descobrimento das jazidas de ouro e prata da América, a cruzada de extermínio, escravização e sepultamento nas minas da população aborígene, o começo da conquista e o saqueio das Índias Orientais, a conversão do continente africano em local de caça de escravos negros: são todos feitos que assinalam os alvores da era de produção capitalista. Estes processos idílicos representam outros tantos fatores fundamentais no movimento da acumulação original'"

Feito isso passou-se a explicação pormenorizada de cada um dos elementos que emergem da leitura acima, a saber:

- quem foi Karl Marx (1818-1883) e quais os interesses que tinha em suas pesquisas
- o contexto do livro "O Capital"
- as jazidas de prata e ouro na América: "ontem" e "hoje"
- a semântica do termo "cruzada" no parágrafo acima e as "Cruzadas", como fato na história
- a diferenciação do termo "aborígene", possíveis acepções: os autóctones da austrália (aborígenes), os da região central da Itália e seu rei (Latino), e seu uso como conceito e os "outros aborígenes", a, a semântica do termo no livro que está sendo estudado.
- o que são (ou onde se situavam) as "Índias Orientais"
- o continente africano e a "troca" de seres humanos como escravos
- o que significa alvores
- o que é a produção capitalista
- o significa idílico, e, o mais importante:
- o que é acumulação primitiva (nos termos de Galeano) ou acumulação original (com as suas críticas pertinentes)   

quarta-feira, 16 de maio de 2018

Décima Oitava aula do semestre!

Nesta aula o professor deu uma parada na leitura da obra que está sendo estudada a fim de que outros conteúdos fossem estudados

Assim, utilizando-se do livro didático, solicitou estudo de leitura e interpretação de texto.

Para tal, o professor lançou as seguintes perguntas no quadro magnético:

1) O que é o Mercosul?
2) O Mercosul deu certo? Sim ou não? Por quê?


segunda-feira, 14 de maio de 2018

Décima Sétima aula do semestre!

Nesta aula, aos mesmos moldes das aulas anteriores, através das Rodas de Leitura, avançou-se na leitura da obra estudada até o subtitulo "Como porcos famintos, anseiam pelo outro".

À medida em que a leitura era feita, o professor fazia os comentários pertinentes, retirava dúvidas e fazia aprofundamentos. 

Nesta aula foram vistas, entre outras coisas?

- os índios que foram derrotados, também, pelo "assombro", além dos aspectos analisados na última aula
- o lastro de uma moeda e a sua comparação com o lastro dos navios portugueses e espanhóis
- a geografia de Potosi, e suas minas, na Bolívia: o "esto vale un Potosí", de "Dom Quixote", de Cervantes
- as riquezas levadas para a Europa

quarta-feira, 9 de maio de 2018

Décima Sexta aula do semestre!

No momentos iniciais da aula, como era o primeiro período e muitos estudantes são trabalhadores e vêm de seus serviços, o professor solicitou, dos que estavam presentes a seguinte reflexão:

O que será que Galeano quis dizer com as seguintes afirmações, que:

- "Eles", os colonizadores, tinham "armas secretas"
- "Eles", os colonizadores, eram "deuses que retornavam"

Dado algum tempo para que os estudantes pensassem, o professor requisitou a resposta: muitos atingiram o entendimento de que os cavalos, as armas (em virtude do aço) e as doenças foram as tais "armas secretas" dos colonizadores.

A questão de serem estes colonizadores da América, "deuses que retornavam" foi respondida com base na leitura do texto sob o subtítulo "Os deuses retornam com armas secretas". Assim, procedeu-se com a mesma dinâmica da aula anterior.

Nesta aula, os conteúdos vistos, através de aula expositiva dialogada, com base na leitura conjunta do livro, foram:

→ o vocábulo hostes foi acrescentado no glossário
→ a questão das bulas papais que faziam com que África e o que quer que fosse "descoberto" na América passasse a pertencer a Portugal e a Espanha
→ o professor fez um paralelo entre a leitura que era feita e o personagem do "empresário", do livro "O Pequeno Príncipe", de Saint-Exupéry. Para aquele "homem de negócios", as estrelas "pertenciam a ele", e, no diálogo entre ele e a personagem principal do livro, o "Princepezinho", fica clara a noção de que as estrelas só lhe pertenciam a ele porque ele é quem tinha tido a ideia:

"De quem são elas? — respondeu, ameaçador, [...]
— Eu não sei. De ninguém.
— Logo são minhas, porque pensei primeiro.
— Basta isso?
— Sem dúvida. Quando achas um diamante que não é de ninguém, ele é teu. Quando achas uma ilha que não é de ninguém, ela é tua. Quando tens uma ideia primeiro, tu a fazes registrar: ela é tua. E quanto a mim, eu possuo as estrelas, pois ninguém antes de mim teve a ideia de as possuir".

Com os portugueses e espanhóis ocorreu o mesmo tipo de raciocínio. "Tivemos a ideia, e, é nosso! E pronto!". E se se desse sequência à comparação, o que, em aula não foi feito pelo professor, ver-se-ia que, se fosse perguntado aos portugueses e espanhóis o porquê de possuir a América (ou ainda as estrelas, na comparação que estamos fazendo), eles responderiam também como o "homem de negócios" de Saint-Exupéry:

— E de que te serve possuir as estrelas?
— Serve-me para ser rico
— E para que te serve ser rico?
— Para comprar outras estrelas, se alguém achar.

→ a questão de que entre os indígenas havia astrônomos e engenheiros... Nesse ponto o professor trouxe à tona a curiosidade da Calendário Maia.




segunda-feira, 7 de maio de 2018

Décima Quinta aula do semestre!

O professor falou sobre a retomada (1492), ou ainda, a reconquista da Península Ibérica.

Através de desenhos, no quadro magnético, o professor mostrou as áreas da Península Ibérica que estavam dominadas pelos muçulmanos.

Para encaminhar a próxima aula, o professor instruiu acerca das "armas secretas" que, segundo Galeano, ajudaram a dizimar os índios.

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Décima Quarta aula do semestre!


Aula expositiva dialogada sobre o valor da pimenta, do gengibre, do cravo, da noz-moscada e da canela e o porquê de eles serem tão valiosos.

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Décima Terceira aula do semestre!

Aula expositiva dialogada na qual o professor iniciou com as seguintes pergunta:

"Quais as razões para termos uma América rica e uma América pobre?"
"Por que a América Latina é pobre e a América Anglo-Saxã é rica?"
"Quais as explicações para este fenômeno, para isto ser assim, como é?"

Para a maioria dos estudantes, o  problema da pobreza da/ na América Latina é a falta de investimentos do Governo; políticos que não investem como deveriam em Educação, Cultura, Ciência, Tecnologia, etc.. Na opinião deles, ainda, a culpa também é da população, que, disseram, não sabe "segurar" o seu dinheiro, não sabe investir, etc..

Para aproveitar as ideias dos estudantes, o professor narrou um fato. Lembrou a resposta de George Soros à Hebe de Bonafini, uma das líderes das Mães da Praça de Maio, em 2001, quando de um "debate" através de uma teleconferência via satélite entre o Fórum Social Mundial (que naquele ano fora realizado em Porto Alegre) e o Fórum Econômico Mundial (realizado em Davos). Na ocasião, Soros disse, com mais ou menos estas mesmas mesmas palavras,  que: "a culpa da pobreza da América Latina é dos próprios países e seus governantes".

Um dos aspectos do daquele debate pode ser assistido no vídeo abaixo. (obs.: a parte onde Soros afirma que a "culpa de nossa pobreza é nossa", no entanto, não está no vídeo abaixo, bem como, o professor nunca mais achou este vídeo. Mas, acreditem em mim, fui testemunha ocular do que estou relatando):




Após esta exposição, o professor problematizou as noções apresentadas, aproveitando para apontar o que elas têm de correto, bem como, o que elas têm de equívoco.

Feito isso, o professor prosseguiu com aula expositiva dialogada sobre os aspectos que encerram o processo de colonização por exploração. Para tanto, o professor utilizou-se do seguinte pensamento de Eduardo Galeano (1940-2004), a saber:

"A ruína da América Latina foi o fato de ela ter nascido importante"

Para estudar mais e ir além, sobre o que está colocado imediatamente acima, de maneira negativa (ou invertida), é interessante ler a seguinte passagem retirada do livro "As Veias Abertas da América Latina":

"A importância de não nascer importante
As 13 colônias do Norte tiveram; pode-se bem dizer; a dita da desgraça. Sua experiência histórica mostrou a tremenda importância de não nascer importante. Porque no norte da América não tinha ouro; nem prata; nem civilizações indígenas com densas concentrações de população já organizada para o trabalho; nem solos tropicais de fertilidade fabulosa na faixa costeira que os peregrinos ingleses colonizaram. A natureza tinha-se mostrado avara; e também a história: faltavam metais e mão-de-obra escrava para arrancar metais do ventre da terra. Foi uma sorte. No resto; desde Maryland até Nova Escócia; passando pela Nova Inglaterra; as colônias do Norte produziam; em virtude do clima e pelas características dos solos; exatamente o mesmo que a agricultura britânica; ou seja; não ofereciam à metrópole uma produção complementar. Muito diferente era a situação das Antilhas e das colônias ibéricas de terra firme. Das terras tropicais brotavam o açúcar; o algodão; o anil; a terebintina; uma pequena ilha do Caribe era mais importante para a Inglaterra; do ponto de vista econômico; do que as 13 colônias matrizes dos Estados Unidos.
Essas circunstâncias explicam a ascensão e a consolidação dos Estados Unidos como um sistema economicamente autônomo; que não drenava para fora a riqueza gerada em seu seio. Eram muito frouxos os laços que atavam a colônia à metrópole; em Barbados ou Jamaica; em compensação; só se reinvestiam os capitais indispensáveis para repor os escravos na medida em que se iam gastando. Não foram fatores raciais; como se vê; os que decidiram o desenvolvimento de uns e o subdesenvolvimento de outros; as ilhas britânicas das Anti­lhas não tinham nada de espanholas nem portuguesas. A verdade é que a insignificância econômica· das 13 colônias permitiu a precoce diversificação de suas manufaturas. A industrialização norte-ame­ricana contou; desde antes da independência; com estímulos e proteções oficiais. A Inglaterra mostra­va-se tolerante; ao mesmo tempo que proibia estritamente que suas ilhas antilhanas fabricassem até mesmo um alfinete."
(GALEANO, Eduardo. As veias abertas da América Latina. Rio de Janei ro: Paz e Terra, 1986. p. 146.) 

Para encaminhar a conclusão da aula, o professor, ele mesmo, trouxe uma outra resposta que frequentemente vem à tona quando há a preocupação de se responder o porquê de a América Latina ser pobre, a saber: a de que a culpa é dos portugueses; seríamos ricos se tivéssemos sido colonizados por ingleses, franceses, alemães, belgas, holandeses, etc..

Sabe-se que esta também não é uma explicação porque muitos dos países da África foram colonizados pelos países acima citados, e, no entanto, são pobres hoje em dia. Logo...

Na próxima aula, o professor comentará sobre a relatividade das noções "ser rico" e "ser pobre", comentando isso tudo de modo crítico, bem como, dará continuidade às explicações sobre as diferenças entre os processos de colonização na América Latina e na América Anglo-Saxônica.

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Décima Segunda aula do semestre!

O professor fez os acertos finais com a turma a respeito do livro que será lido (ver "última aula").

Em seguida, passou a responder, explicando, as questões 15 ("quinze") e 16 ("dezesseis"), respectivamente, "O que é um mapa?" e "Quais são os setores econômicos de um país?".

A noção de mapa apresentada foi a clássica, a saber: "um mapa é um produto da Cartografia, um misto, portanto, de ciência e arte. O mapa é uma representação da realidade, do espaço geográfico.

Em seguida, no entanto, foi proposta uma conceituação mais política acerca do mapa, a saber: "o mapa é sempre uma mentira ("How to lie with maps" (Mark Monmonier)).

Os Setores Econômicos foram apresentados, assim:

Setor Primário:
- extração
- agricultura
Ex.: Petrobras

Setor Secundário:
- indústria
- transformação
- as fábricas
Ex.: Embraer

Setor Terciário:
- serviços
- comércio
Ex.: C&A

Setor Quaternário:
- robótica
- biotecnologia
- nanotecnologia
- aeroespacial
- informática
Obs.: na próxima aula, o professor fará o fechamento deste assunto, esmiuçando o último item.

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Décima Primeira aula do semestre!

Nesta aula, o professor combinou com a turma a leitura do semestre letivo.

A leitura sugerida, foi: "As Veias Abertas da América Latina", de Eduardo Galeano (1940-2015).

Tal leitura, como já é de "domínio publico", será disponibilizada na aba lateral do presente blog, para o download, na extensão ".pdf".

terça-feira, 17 de abril de 2018

Décima aula do semestre!

Através de aula expositiva dialogada, o professor passou a explicar a questão de número 12 ("doze") - vide "terceira aula" -, comentou acerca das distâncias na relação Terra-Sol, e, em seguida, da Alpha de Centauro, que é, depois do Sol, a estrala mais próxima da Terra.

Feito isso, o professor levou os alunos para a rua, e, à noite, com a presença das estrelas, conduziu uma aula expositiva dialogada sobre as constelações. Para apontar tais e quais estrelas o professor estava se referindo, o educador de utilizou de um laser com o feixe de luz verde.

Foram apresentadas as constelações de Orion, na qual se pode identificar as "Três Marias", e, a constelação do Centauro, na qual se identifica o "Cruzeiro do Sul". O professor fez os devidos comentários acerca de como, os portugueses e espanhóis utilizavam-se desta última constelação para localizar o sentido sul.

De volta para a sala de aula, com a ajuda de um dos alunos, o professor simulou os movimentos da Lua em torno da Terra, explicando as fases deste que é o Satélite Natural da Terra. Com isso, o professor respondeu à questão 13 ("treze").

Aconselha-se, para o estudante que queira ira além, que se assista o documentário, abaixo:





quinta-feira, 12 de abril de 2018

Nona aula do semestre!

Aula expositiva dialogada sobre o que é latitude e o que é longitude, respectivamente, as questões 10 ("dez") e 11 ("onze), da "terceira aula".

Alguns aspectos de o que foi conceituado e representado através de desenhos no quadro magnético, podem ser observados nas fotografias, abaixo:




segunda-feira, 9 de abril de 2018

Oitava aula do semestre!

O professor ministrou aula expositiva dialogada para explicar a resposta da questão de número 9 ("nove" (das 16 ("dezesseis") questões passadas ainda na "terceira aula")), que versava sobre os continentes.

Assim, com o auxílio de um mapa-múndi físico, o professor mostrou os diferentes continentes que podemos ter, segundo os diferentes critérios de regionalização, a saber:



(CONTINENTE. In: WIKIPÉDIA, a enciclopédia livre. Flórida: Wikimedia Foundation, 2018. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Continente&oldid=51346162>. Acesso em: 23 fev. 2018.)

Para ir além, ler, :::aqui:::.

quarta-feira, 4 de abril de 2018

Sétima aula do semestre!

O professor retomou a pergunta 7 ("sete"), corrigida na aula passada, aprofundando algumas questões relativas às ondas sísmicas. Fez isso, assim:

Explicou sobre o comportamento das ondas nos "meios" nos quais elas se propagam. Para tanto, tomou o caso das "ondas sonoras" e se utilizou, como exemplo, da descrição de um experimento, com o qual se pode interagir, e que está no Museu de Ciência e Tecnologia da PUCRS, no qual se pode ver e ouvir que o som não se propaga no vácuo; vê-se, dentro de uma cuba, um "martelo" batendo em uma "sineta", e, ao mesmo tempo, ouve-se o respectivo som; isso quando a cuba está cheia de ar. Sem a presença de ar, no entanto, que é retirado por um aparelho compressor, que o "suga" inteiramente, gerando vácuo, vê-se ainda o "martelo" batendo na "sineta", mas, não se ouve o som - o som não se propaga no vácuo.

Com base nisso, o professor, prosseguindo em sua explicação, chamou a atenção dos estudantes para o fato de que o som de sua voz se propaga pelo ar, ao longo de toda a sala de aula, batendo nas paredes, voltando e reverberando. Ou seja, na verdade, as ondas sonoras da voz do professor refletem nas paredes e nos obstáculos da sala. Se o professor sai da sala, como realmente o fez para demonstrar, e prossegue falando, o som continua a chegar nos ouvidos dos alunos, porque refrata através da porta e da parede.

Com base nisso, o professor indicou o que, no caso das "ondas sonoras", é a reflexão e o que é a refração, adaptando e relacionado estes entendimentos, concernentes ao som, aos terremotos, ou seja, às ondas sísmicas. O professor diferenciou e chamou a atenção, no entanto, para o fato de que o "meio" através do qual estes últimos tipos de ondas (as sísmicas) se propagam não é o ar, mas sim as diferentes camadas do interior da Terra que, por sua vez, por suas características físicas distintas, apresentam reflexões e refrações diferentes quando dos sismos.

Em seguida, o professor passou a explicação da resposta da questão de número 8 ("oito"), contextualizando o conceito de continente como aquele formulado pelos gregos para diferenciar o que eram as águas (oceanos e mares) e as ilhas. Para tanto, além de colocar o conceito no quadro magnético, o professor fez o respectivo desenho explicativo.



segunda-feira, 2 de abril de 2018

Sexta aula do semestre!

O professor retomou a aula passada acrescentando alguns aspectos às explicações anteriormente feitas.

Em seguida, passou a explicar a resposta da questão 7, remontando, também, à alguns aspectos já elucidados na aula anterior, assim:

As estações do ano só ocorrem em virtude do movimento de translação, que é o movimento que a terra executa em torno do Sol, e, muito mais, em virtude da inclinação do eixo terrestre, que é de 23,27º. 

Corrigida esta questão, o professor passou a explicar a estrutura interna da Terra, que pode ser mais bem observada na ilustração abaixo:


O professor instigou os alunos a responderem como é possível que o homem saiba a estrutura acima apresentada, se ele nunca fez, tal qual o livro de Júlio Verne (1828-1905), uma "Viagem ao Centro da Terra"

Neste ponto, o professor comentou que os poços de petróleo mais profundos, deste perfurados pela Petrobras têm cerca de 6km. Informou que, no entanto, a Terra tem um raio equatorial de 6.378km. Então, como poderia o homem saber a estrutura interna do planeta?

Para surpresa do professor, os estudantes do semestre anterior, da T4, não lembraram da resposta. 

Diante disso, o professor fez as devidas explicações acerca das ondas sísmicas, que são os movimentos vibratórios decorrentes dos terremotos, e que permitem que o homem saiba como é o interior da Terra.   

quinta-feira, 29 de março de 2018

Quinta aula do semestre!

O professor retomou as perguntas 2 e 3 das aulas retrasada e passada, explicando melhor a rotação e a translação. A intenção do professor era deixar claro a ação dos raios solares quando da rotação da Terra, nos quatro momentos específicos (primavera (23 de set.), verão (21 de dez.), outono (20 de mar.) e inverno (21 de jun.)) em trono do Sol. 

O professor explicou que as estações do ano só ocorrem em função da inclinação do eixo terrestre, que é de 23,27º, e não em virtude da órbita da terra em torno do Sol; que hora é mais próxima, periélio; hora é mais afastada, afélio. Neste ponto,o professor mostrou, através de um desenho no quadro magnético, a diferença entre órbita circular e órbita eclíptica.

Para que os alunos pudessem visualizar bem o que estava sendo explicado ao longo da aula, o professor utilizou um globo terrestre e de um laser verde de feixe luminoso amplo. Assim, pôde ser visto a dinâmica que provoca o chamado Sol da meia-noite nos polos norte, sul e adjacências.

Para retomar, é interessante assistir o vídeo abaixo:


O professor corrigiu a pergunta de número 5, que questionava sobre a forma da Terra: a resposta, é: a forma da Terra é o geóide; de geo (Terra) + óide (forma); logo, a Terra tem a forma específica dela, um geóide.

Por fim, foi feita a correção da questão que perguntava do porquê de os anos bissextos existirem, assim: o ano não dura exatamente 365 dias, mas 365 dias e 6 horas. Então, a cada 4 anos (6 + 6 + 6+ 6 = 24 horas), há um dia a mais a ser colocado em fevereiro, dia 29. Assim, anos bissextos têm 366 dias, ou seja, tem duas vezes o 6 em sua composição; "bi" (duas) vezes o "seis". 

segunda-feira, 26 de março de 2018

Quarta aula do semestre!

Como ocorreu de alguns alunos novos entrarem na turma, o professor fez fala de apresentação, explicou sobre o presente espaço e sobre o grupo de estudos fechado do Facebook.

Em seguida, aproveitando para integrar isso às noções iniciais do semestre, o professor comentou a pesquisa que coloca o Brasil como o 2º país com menos noção da própria realidade (a pesquisa na íntegra está :::aqui:::). O professor fez isso no sentido de explicar para os estudantes acerca da importância da Geografia como área do saber humano capaz de contribuir, em muito, para que eles tenham noções cada vez menos ingênuas e fantasiosas acerca da realidade local (cidade), regional (Estado), nacional (país) e global (mundo).

Feito isso, o professor passou a explicar as questões de número 1, 2, 3 e 4, da aula passada. As resposta ficaram assim:

1) O planeta Terra apresenta muitos movimentos. Algumas fontes falam em 14 (quatorze). Dentre eles, na escola, é interessante que o aluno saia sabendo de pelo menos quatro, que são:

Rotação: a rotação é o movimento que o planeta executa em torno do seu próprio eixo, que demora, aproximadamente, 24 horas (na realidade 23 horas, 56 minutos e 4,09 segundos) e é responsável pelos dias e pelas noites. Tal movimento é realizado a uma velocidade de, aproximadamente, 465 m/s ou 1675 km/h.

Translação: a traslação é o movimento que o planeta executa em torno do Sol, que demora, aproximadamente, 365 dias e 6 horas (na realidade 365 dias, 5 horas e 48 minutos) e é responsável pelas estações do ano. Tal movimento é realizado a uma velocidade de, aproximadamente, 29,9km/s ou 107.640 km/h.

Nutação: que o professor explicou, grosso modo, como sendo o movimento de "sobe e desce" ou de "vaivém" do planeta Terra ao longo do plano sobre o qual executa a translação.

Precessão dos Equinócios: que o professor explicou, grosso modo, como sendo o movimento de "bamboleio" que o eixo planetário executa, ou, mais especificamente, o movimento que o Pólo Norte terrestre faz em relação ao ponto central, semelhante ao giro de um pião desequilibrado.


A respeito destes dois últimos movimentos, é interessante assistir a animação abaixo: 




Obs.: como se pode ver, as questões 2 e 3 foram respondidas pelo professor ao mesmo tempo em que respondia a questão 1.

A resposta da questão quatro ficou, assim:

4) A Terra executa o seu movimento de rotação no sentido oeste-leste, ou ainda, de oeste para leste.

quarta-feira, 21 de março de 2018

Terceira aula do semestre!

Nesta aula, o professor passou, no quadro magnético, uma série de perguntas que, que visam fazer uma sondagem, ou ainda, retomar o que foi visto no semestre anterior.

Obs.: dica1: os estudantes que estão na T5 e que eram alunos da escola no semestre passado, podem pesquisar as perguntas no grupo de estudos fechado do ano passado (da T4). Dica 2: os alunos novos, poderão pesquisar as respostas no site do prof., ::: aqui :::.

As perguntas, foram as seguintes:

1) Quais são os principais movimentos que o planeta Terra executa?
2) A rotação terrestre é responsável pelo quê?
3) A translação terrestre é responsável pelo quê?
4) Qual é o sentido da rotação da Terra?
5) Por que o ano bissexto ocorre?
6) Qual é o nome dado à forma da Terra?
7) por que as estações do ano ocorrem?
8) Como é a estrutura interna da Terra?
9)Quantos e quais continentes existem?
10) O que é latitude?
11) O que é longitude 
12) Qual é a estrela mais próxima da Terra?
13) Qual é o satélite natural da Terra?
14) O que é uma escala?
15) O que é um mapa?
16) Quais são os setores econômicos de um país?

Na próxima aula, dia 26 de mar., o professor vai corrigir, retirar dúvidas e aprofundar.

segunda-feira, 19 de março de 2018

Segunda aula do semestre!

Na segunda aula do semestre, como é comum de acontecer, muitos alunos que haviam faltado à aula anterior, apareceram, bem como, alguns alunos novos entraram na turma.

Assim, o professor repetiu o que havia falado acerca das combinações em termos de "regras de convivência", "método de trabalho" e de "avaliação" ao longo do semestre.

Falou do espaço de estudo fechado do Facebook e do presente blog.

Em seguida, o professor explanou uma noção sobre Educação de verdade, retirada do livro "Escritos sobre Educação", do filósofo alemão Friedrich Nietzsche (1844-1900).

À noção acima o professor chamou de "noção 1" ou "ideia-força 1", para designar uma ideia forte que pode ser usada pelo aluno ao longo de toda a sua vida estudantil.

Feito isso, o professor apresentou, através de aula expositiva dialogada, uma outra noção ("noção 2" ou "ideia-força 2"), retirada do livro "O Conde de Monte Cristo", de Alexandre Dumas (1802-1870), a saber: a ideia de que tudo, qualquer coisa pode ser retirada de um homem, menos a sua liberdade.

Para acrescentar a noção acima, o professor narrou e contextualizou o diálogo entre os personagens Abade Faria (que, ao que tudo indica, foi inspirado em uma sacerdote que realmente existiu) e Edmond Dantès, diálogo no qual emerge a noção acerca do conhecimento como aquele algo mais importante e mais sublime para a vida de uma pessoa.

Digno de nota é que alguns alunos reconheceram a trama narrada, como sendo "igual" à da novela da Rede Globo, "O Outro Lado do Paraíso", de Walcyr Carrasco, que, segundo uma das estudantes, já admitiu que inspirou-se em tal livro.


quarta-feira, 14 de março de 2018

Primeira aula do semestre!

Hoje foi a primeira aula do semestre!

Os alunos foram levados à sala de multimeios, e, lá, receberam as instruções iniciais acerca do funcionamento da escola. Instruções dadas pela Coordenadora Angélica.

Em seguida, em folha de papel papel kraft, os alunos responderam à quatro questões, a saber:

i) Como eu vejo a escola?
ii) Que contribuições eu pretendo dar à escola?
iii) Que trabalho pretendo ter?
iv) Como me vejo, no futuro, dentro de cinco anos?

As respostas serão transferidas para um folha de papel e serão trabalhadas, posteriormente, em sala de aula com as respectivas turmas.

Em seguida, os alunos foram levados para a sala de aula.

Em sala de aula, o professor se apresentou e fez uma fala no sentido de instigar os alunos a não desistirem de estudar. 

Falou sobre os objetivos do "grupo de estudos fechado" da T5 (https://www.facebook.com/groups/T5JeanPiaget/), do presente blog, e, refez as questões anteriormente trabalhadas, assim: "Por que, afinal, eu estudo?". Os alunos tinham três minutos para responder a questão em seus cadernos.

Não houve tempo para avançar a questão, como foi feito na T4 e na T6...

Assim, isso ficou para a próxima aula. 

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Nota de Criação

O blog que você está lendo foi criado em janeiro de 2018.

Em meio às férias, o professor de Geografia, EJA, da E.M.E.F. Jean Piaget, já estava trabalhando na criação de um espaço que pudesse ser útil para o estudante, e, que, para isso, guardasse o registro das aulas ao longo dos semestres letivos.

Assim, caro estudante, espera-se que este espaço possa auxiliá-lo bastante,

Att,

Prof. Donarte.

7ª AULA: DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO MUNDIAL: POPULAÇÃO ABSOLUTA E POPULAÇÃO RELATIVA!

Foi realizada uma aula expositiva dialogada, na qual o professor apresentou e discutiu, com os estudantes, a distribuição da população mundi...